Sesimbra -

2007
Quem canta de galo quer poleiro

2006
Arrábida Patrimonio de uns, Patrimonio de todos

2005
Luísa Todi – O Canto Do Encanto De Catarina Da Rússia

2004
Atna, Heroína Da Nossa Gente

2003
O Trepa É Uma Festa Na Avenida

2002
Sebastião José de Carvalho E Melo – Um Terramoto Que Abalou Portugal

2001
Chiquinha Gonzaga – Uma História de Vida

2000
O Largo Dos Valentes

1999
Portugal…É O Que Está A Dar

1998
Fado A Alma Do Povo Português – Glória Ás Severas

1997
Samba Alegria De Oxalá

1996
Criança É Única Esperança

1995
Naufrágio do “Menino Deus”

1994
É-CU Mas É Nosso

1993
Amazónia, A Terra Não É Só Tua

1992
Mais Um Grito De Guerra

1991
Património Arquitectónico Re-Construído

1990
Ora Toma – Que Força É Essa

1989
Minha Língua É Minha Pátria

1988
Turismo Prata Da Casa

1987
O Sonho de Zimbra

1986
Sesimbra das Armações

1985
Universo Imaginário

1984
A Nossa Alegria Atravessou o Mar

1982 / 1983
ver galeria

1981
Brilho e Fantasia

1980
Aves do Paraíso

1979
Anos Vinte

 

Fale com o Trepa
 

Sinopse do Carnaval de 2004
Atna, Heroína Da Nossa Gente

 

 
  2004  
 


Atna, figura mítica de personalidade guerreira e determinada no universo imaginário do artista.
Heroína de todos nós, saída de um poema de Mário de Andrade e personificada em canto e dança.

Ficha Técnica:

Presidente: Comissão Carnavalesca – Jorge Farinha, António Soromenho, João Vidalgo, Paulo Venâncio,Folques.
Presidente da Assembleia: João Carlos Rosa
Tema/Enredo: “Atna, Heroína Da Nossa Gente”
Carnavalesco: João Luís Gatinho
Samba Enredo: Tércio Borges
Director de Bateria: João Paulo
Porta Estandarte: Susana Dias
Mestre Sala: Eduardo Cunha
Madrinha de Bateria: Catia Cruz
Chefes de Alas: : Daniela Martins, Genoveza Rosendo, Carla Figueiredo, Irene, Júlia Gonçalves, Emília Farinha, Eduardo Cunha Fernando Pinto, Paulo Venâncio

 

 
 

 

 
   
 

 

Letra Samba Enredo

para viajar no tempo
no coqueiro eu vou trepar
vou balançar!
abre o coco e bebe a água
que a nossa heroína vai passar

me leva atna a viajar pelo brasil
procura muiraquitã e o gigante
que com a pedra fugiu
me leva com o teu falcão
me dá a tua mão e vamos a são paulo
lá onde os homens são máquinas
e os amores de atna acabam em confusão

e no rio de janeiro, no terreiro de ciata
exú desceu ligeiro, urubu sumiu na mata

o gigante foi parar em portugal
veio a sesimbra p´ra brincar o carnaval

atna espera o gigante que volta com muiraquitã
derrota seu oponente e tem de volta o seu talismã

ela arma a sua rede debaixo da cajueiro
ela mata sua sede quando trepa no coqueiro

 

 

© GRES Trepa no Coqueiro 2007 Filmaniac Audiovisuais